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14/01/2020 ás 15h07

Redacao

Itajaí / SC

Blitz na região verifica condições de estrutura dos militares da Operação Veraneio
Associação dos Praças verificou principalmente a questão dos alojamentos
Blitz na região verifica condições de estrutura dos militares da Operação Veraneio
Divulgação

A Associação dos Praças do Estado de Santa Catarina (APRASC) percorreu as praias de Itapema, Porto Belo, Balneário Camboriú e Bombinhas nesta quarta-feira (14), para vistoriar as condições dos militares que estão atuando na região durante a Operação Veraneio. A iniciativa busca averiguar questões de estrutura no alojamento e de material oferecido aos militares para realizar os trabalhos.


Já foram realizadas vistorias em outras regiões do Estado. Além de Florianópolis, a diretoria também fiscalizou na Grande Florianópolis. Em Itapema, segundo avalia o presidente da Aprasc, João Carlos Pawlick, não foram identificados nenhum problema. Em entrevista ao Visor Notícias, ele destacou que os militares estão bem alojados e com boa estrutura. “Está bem servido em Itapema. Como os policiais ficam no próprio quartel, isso agrega muito”, diz.


Mas, ao contrário da Costa Esmeralda, em Florianópolis, nas praias do Litoral Norte da Ilha, foram constatadas no dia 8 de janeiro, algumas irregularidades administrativas e operacionais. Os praças estão hospedados na Escola Básica Municipal Professora Herondina Medeiros Zeferino. A diretoria identificou falta de equipamentos e poucas viaturas em condições de uso. "Também reclamam da falta de estrutura, sem viatura, sem banheiro, água e local para descansar", destacou o presidente. "Vamos levar essas demandas o quanto antes ao comando geral da PM, pois são situações que colocam tanto o policial quanto o turista em risco", reforça,


Na praia de Jurerê Internacional também há falta estrutura para realizar o trabalho dos salva-vidas, que reclamam da falta de banheiro e de equipamentos para o deslocamento durante as rondas. "Uma praia tão importante e os salva-vidas estão abandonados, com a falta de efetivo, condições ruins de comunicação, de logística e a falta de um lugar para que possam fazer suas necessidades básicas", ressaltou o presidente.  A APRASC irá produzir um relatório sobre as demandas e entregar à Secretaria de Estado da Segurança, bem como aos comandos gerais da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros Militar. 

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